O 4º Batalhão de Engenharia de Combate e a Guarnição Sacrifício
Dentre tantos vultos e tropas militares exaltadas nas formaturas, uma se destaca por possuir em seu efetivo o sangue e o suor do povo do Sul de Minas Gerais. Esse heroico contingente que operou na Segunda Grande Guerra, na Ilha de Fernando de Noronha, recebeu o nome de Guarnição Sacrifício.
Em 1942, o mundo presenciava o avanço do destemido Exército Alemão que já tinha conquistado muitos países europeus como a Polônia, a Dinamarca, a Noruega, a França dentre outras, e flertava com outras nações o apoio para a expansão da doentia ideologia nazista. O Brasil era uma delas. Porém, o Sr Presidente Getúlio Vargas, um reconhecido estadista de seu tempo, em uma decisão estratégica e acertada - como o futuro confirmou -, resolveu direcionar o apoio da nação brasileira aos ideais da democracia e da liberdade defendidos pelos países Aliados (Reino Unido, França, União Soviética e Estados Unidos da América). E, conforme nos mostra Rahmeier (2015), como consequência disso e das intensificações dos ataques da Marinha Alemã aos navios brasileiros, houve o rompimento de relações diplomáticas entre ambos países.
Foi nesse contexto que, no mês agosto de 1942, de uma maneira audaciosa e covarde, o submarino alemão “pôs a pique” - torpedeou e afundou - cinco navios mercantes no nosso litoral nordestino, nas costas da (sic) Baía e Sergipe, conforme relatado na capa do jornal Correio da Tarde, do dia 18 de agosto de 1945. Esses ataques resultaram em um número significativo de mortos e feridos, não deixando outra escolha ao governo brasileiro se não a declaração de guerra aos países do Eixo (Alemanha, Itália e Japão), a qual ocorreu em 31 de agosto de 1942.
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