Premissas e externalidades da Escola de Sargentos do Exército

O Exército Brasileiro planeja, desde 2020, um empreendimento estratégico para a Instituição, para o Nordeste e para o País: a Escola de Sargentos do Exército. Esse projeto de caráter militar está vocacionado para a formação e o preparo de uma parcela importantíssima da Força Terrestre: nossos sargentos.

Os reflexos desse projeto atingem as expressões educacional, econômica, social e ambiental, essas três últimas reunidas sob o conhecido “tripé da sustentabilidade”, verdadeiro “norte” das ações em curso, orientação por meio da qual as atividades de planejamento e de execução desse complexo escolar estão sendo conduzidas.

Há cerca de um mês, ao interagir com representantes de várias Instituições, parceiras estratégicas do empreendimento, foi comentado que deveríamos discutir as premissas e as externalidades da construção do complexo escolar. Desafio aceito, vamos a elas.

Este artigo se propõe a divulgar as premissas da escolha da capital dos altos coqueiros, em especial da sua região metropolitana, para sediar a nova escola, após intensa disputa, de dois anos, com outras 15 localidades, espalhadas pelo Brasil e apresentar de que forma as externalidades positivas e negativas serão, respectivamente, potencializadas e mitigadas.

A primeira premissa de governança da escolha da futura cidade-sede foi a necessidade de centralizar a formação dos nossos sargentos, uma vez que, hoje, os alunos são formados, no primeiro ano, em treze diferentes organizações militares, espalhadas do sul ao nordeste do País, que vão desde o Alegrete (RS) à Fortaleza (CE). No seu segundo ano, a formação é complementada em três Escolas: a de Sargentos das Armas, em Três Corações (MG), a de Sargentos de Logística, no Rio de Janeiro (RJ) e o Centro de Instrução de Aviação do Exército, em Taubaté (SP).



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