A 5ª Conferência Especializada do XXXV ciclo da Conferência dos Exércitos Americanos (CEA)

No período de 17 a 21 de abril de 2023, ocorreu em Manágua, capital da Nicarágua, a 5ª Conferência Especializada do XXXV Ciclo da Conferência dos Exércitos Americanos (CEA), a qual tratou sobre o tema “Os Desafios em Segurança e Defesa no Século XXI”.

Compareceram à atividade os representantes da Argentina, do Brasil, do Canadá, da Colômbia, da Guatemala, da Guiana, de Honduras, do México, do Paraguai, da República Dominicana, da Venezuela e da Conferência das Forças Armadas Centro-americanas, com o objetivo de analisar, debater e intercambiar ideias e experiências relativas a assuntos de interesses comuns, entre os Exércitos participantes da conferência e, tendo como tema central, a contribuição da CEA no processo de transformação e preparação do Exército do Futuro para a ampliação e a integração no enfrentamento dos desafios e ameaças que podem afetar a segurança e a estabilidade do continente americano. O Brasil teve a oportunidade de expor uma palestra, do especialista do Comando de Operações Terrestres, intitulada “Desafios e Ameaças no Contexto Operacional Futuro – 2040”, a qual tratava das ameaças que compõem os desafios dos dez principais eventos, constantes do Conceito Operacional do Exército Brasileiro – Operações de Convergência – 2040.

Destaque especial para a relevância do tema para o Brasil, algo muito recente e, no qual, todos os integrantes da Força Terrestre ainda estão estudando para desenhar a Força 2040 e discutindo a Nova Doutrina Militar Terrestre, que possibilitará o emprego eficaz das novas capacidades no horizonte visualizado.

A apresentação também despertou questionamentos dos participantes, principalmente no que se refere ao crime organizado transnacional, ao desmatamento e às mudanças climáticas, à inteligência artificial e às operações de informação.

As principais conclusões a que chegaram os participantes consideram que, quando se discute defesa, referem-se às ações, típicas de garantia da soberania estatal, face a uma ameaça externa e, de modo complementar, ao se falar sobre segurança, entende-se como ações ligadas ao plano interno dos países, de acordo com o marco legal de cada país.



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